Cataratas Del Iguazú, lado argentino – 5º dia

Como eu contei aqui, existe toda uma discussão sobre qual lado das Cataratas ir ou não. Pois eu continuo dizendo: vá nos dois lados. Ambos se complementam, são experiências diferentes e OS DOIS SÃO LINDOS. Há quem me disse que o lado argentino não valeria a pena… Ainda bem que não escutei, pois eu iria perder muito.

Seguimos de carro para a província de Misiones e dias antes, fui tomada por uma preocupação: Ter a carta verde ou não? Ouvi muitas pessoas dizendo que a polícia rodoviária argentina fechava a entrada para a estrada das Cataratas e solicitava a carta. Confesso que fiquei com medo, pois mais que seja próximo e talvez não impliquem, poderia encontrar alguém que estivesse afim de um dinheirinho ou encher o saco. Preferi fazer a carta verde e fui preparada com os dois triangulos e cabo de aço.

A carta custou R$ 48,00 e foi feita em uma loterica, saiu na hora e era válida por 3 dias.

No fim das contas, não precisamos de nada. Do centro de Foz até as Cataratas Argentinas, levou 30 minutos. Na aduana dissemos que iriamos à Puerto e não nos solicitaram nada.

Vale tomar o cuidado pois essas leis mudam o tempo todo e nos pegam de calças curtas.

Do lado argentino tem estacionamento pelo valor de 50 pesos e as entradas custaram 150 cada (valor para brasileiros).

Não entendo porque dizem que o lado nos hermanos é mais selvagem e que não tem estrutura. Será que é porque ao invés de um ônibus, o transporte é feito por trem? Existem funcionários por todos os lados, lixeiras, área de alimentação, área comum bem cuidada, banheiros… Não sei quem começou com tudo isso. O que eu senti falta foi a falta de informação referente o destino da estação, mas tem mapas por todos os lados. Lá não é como o Brasil, que se anuncia a próxima estação e diz o que é possível fazer.

Para preservar a mata, eles construiram uma passarela por todos os percursos, você não anda em um caminho de cimento como no Brasil e também não coloca os pés do mato. Talvez o que seja “selvagem” para algumas pessoas, é estar mais próximo da natureza o tempo todo.

Infelizmente a Garganta do Diabo estava fechada pela última chuva que destruiu tudo. Ainda quero voltar para lá e conferir essa beleza. Por esse motivo, o passeio levou toda a manhã e se encerrou no almoço. Não almoçamos no parque, deixamos para conhecer e comer no centrinho de Puerto Iguazú.

As mesmas dicas que dei para o lado brasileiro, são válidas para o argentino. Lá se anda mais e o passeio pode levar o dia todo.

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